INSEJEC - Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo

Uma Viagem Singular

06 à 22 de maio/2019 – 17 dias (15 noites em Israel)

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06 à 22 de maio/2019 – 17 dias (15 noites em Israel)

Em 24 anos de congressos proféticos, é perfeitamente possível afirmar o fato de que quem conheceu a terra de Israel uma vez, viveu uma experiência inesquecível. Todos os que estiveram conosco manifestam seu desejo de voltar, algum dia, a visitar os caminhos dos patriarcas, dos profetas, dos apóstolos e, acima de tudo, do próprio Senhor Jesus Cristo. E, além disso, expor-se aos ensinos compartilhados ao longo dos caminhos. Trata-se de um Congresso no qual a Bíblia é aberta onde os fatos ocorreram, o que torna a experiência mais real. Quem nunca esteve nessa Terra da Bíblia alimenta o sonho de conhecê-la.

Há um programa clássico oferecido por todas as agências em Israel. A fim de ter caravanas mais baratas, os mesmos roteiros são oferecidos. Assim, até quem já foi várias vezes, termina visitando os mesmos lugares. Evidentemente, quanto maior o número de dias, maior o investimento. Sendo o nosso 24.º Congresso, subiu ao nosso coração trabalhar algo diferente, singular, fora do tradicional. Algo mais rico, de Dan a Berseba, Eilat… Lugares onde nunca estivemos. Depois de vasta pesquisa apresentamos nossa proposta às agências para estudo da viabilidade e orçamento. Cremos ter alcançado um excelente preço. Se considerarmos duas idas a Israel, com 7 noites, indo aos mesmos lugares, certamente temos um maravilhoso custo para uma viagem de 17 dias, com 15 noites em Israel e uma experiência singular em uma diversidade de lugares. A visão Bíblica será mais abrangente e o número de experiências maior.

É, portanto, com alegria e grande expectativa que convidamos você a desfrutar conosco dessa vasta e rica peregrinação pelos caminhos da Bíblia. A Palavra de Deus se lhe tornará mais clara, rica e real. Bem-vindo (a) à Grande Israel Bíblica para uma experiência singular!

Dia 1: Partida – São Paulo / Tel Aviv (literalmente “Colina da Primavera”)

Hoje embarcamos em nossa Jornada à Terra Santa. Prepare-se para uma experiência de mudança de vida. Descanse no voo … Amanhã você começará a trilhar caminhos dantes trilhados pelos Patriarcas, Profetas, Jesus e Seus apóstolos. A Bíblia terá nova vida para você! Prepare o espírito para uma viagem única!

Dia 2: – Chegada em Israel, no aeroporto Ben Gurion

Assistência e traslado ao hotel em Tel Aviv à beira do Mar Mediterrâneo.

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TEL AVIV-YAFO

Nossa primeira noite é na cidade que une um passado milenar com a modernidade. Tel Aviv, literalmente “Colina da Primavera”, foi fundada por uma comunidade judaica em 1909 nos arredores da antiga cidade portuária árabe de Jafa. Yafo / Jafa (a Jope Bíblica), onde estava um dos mais antigos portos do mundo. Ali o profeta Jonas embarcou para Társis, fugindo do chamado Divino para Nínive (Jonas 1:3). Ali o apóstolo Pedro ressuscitou Dorcas (Atos 9:36-42). Ali Deus deu uma visão a Pedro, que abriria o Evangelho a pessoas de todas as nações (Atos 10:9-23). A antiga Jope e a moderna Tel Aviv foram fundidos em um único município em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel. Tel Aviv-Yafo é um importante centro econômico, sedia a Bolsa de Valores de Tel Aviv. A cidade é a capital financeira do país e um dos principais centros financeiros e de artes cênicas. Tel Aviv tem a segunda maior economia do Oriente Médio.

Jantar e pernoite em Tel Aviv.

Dia 3 –  Tel Aviv/ Museu Da Independência/Museu Da Diáspora/Cesareia Marítima/ Haifa

Começaremos o dia com um breve momento de adoração, às margens do Mar e uma palavra sobre os acontecimentos na antiga Jope.

MUSEU HAGANAH

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Esplendidamente localizado na Rothschild Blvd, este museu narra a formação e as atividades do Haganah, a organização paramilitar que foi o precursor das Forças de Defesa de Israel (IDF) de hoje. Uma força de guerrilha civil que protegia os kibutzim (fazendas e cooperativas israelenses) de ataques nas décadas de 1920 e 1930, o Haganah passou a ajudar na entrada ilegal de mais de 100.000 judeus na Palestina, depois do documento de 1939 do governo britânico restringir a imigração. Após a Segunda Guerra Mundial, os combatentes da Haganah realizaram operações anti-britânicas.

https://www.jewishvirtuallibrary.org/the-haganah

MUSEU DA INDEPENDÊNCIA

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Visitaremos, então o Museu da Independência, onde há 70 anos (14.05.1948) (Ezequiel 37:21,22) Israel renasceu como Estado Soberano, depois de 2.000 anos. Um tributo ao Deus de milagres e cumpridor da Aliança. “Independence Hall,” originalmente a Casa Dizengoff é o local da assinatura da Declaração de Independência de Israel. Nas suas proximidades sessenta e seis famílias se reuniram em 11 de abril de 1909 para realizar um sorteio de terrenos em um novo bairro judeu, conhecido como Ahuzat Bayit. Meir e Zina Dizengoff adquiriram o lote número 43, no qual construíram sua casa. Meir Dizengoff serviu como chefe do novo conselho de bairro. Em 1910, em uma reunião geral, os moradores de Ahuzat Bayit, inspirados no Altneuland de Theodor Herzl (em inglês: Old-New Land), decidiram por unanimidade renomear seu bairro de Tel Aviv. Como o bairro cresceu e se tornou uma cidade, Dizengoff se tornou seu primeiro prefeito. Em 1978, o Independence Hall foi restaurado para se assemelhar a sua aparência na época da declaração da independência e aberto ao público.

MUSEU DA DIÁSPORA (BEIT HATFUTSOT)

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Iremos ao Museu da Diáspora para um encontro com a Diáspora milenar e o miraculoso retorno, em cumprimento a diversas profecias. Um tributo ao Deus que cumpre suas promessas (Isaías 43:5-6; 49:11-22). Localizado na Universidade de Tel Aviv, Beit Hatfutsot é o Museu do Povo Judeu, que conta a história original e permanente do povo judeu, um povo entre as nações, e descreve a ligação especial entre o povo judeu e Israel. O museu apresenta milhares de anos de uma cultura florescente multifacetada, trazendo à vida a unidade que subjaz à diversidade da civilização judaica. A história do povo judeu é contada através do Núcleo de Exposições – agora renovado – bem como através de exposições temporárias, atividades educativas, e ricos recursos de banco de dados digital de genealogia judaica, nomes de família, comunidades, fotografias, filmes e música judaica.

CESAREIA MARITIMA

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Como Pedro partiu de Jope para Casareia, assim o faremos, pela Via Maris, atravessando o Vale do Sharon até as ruínas de Cesareia Marítima, construída por Herodes o Grande há 2000 anos. Ali Cornélio tornou-se o primeiro gentio a abraçar a fé cristã (Atos 10:24-48). Ali o apóstolo Paulo ficou preso por dois anos (Atos 24). Visita ao anfiteatro Romano, um filme sobre a história e restos dessa famosa cidade portuária e aqueduto.

HAIFA

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Seguiremos pela Via Maris e faremos uma parada em Haifa para uma vista panorâmica, de tirar o fôlego, dos Jardins e Templo Bahai com os seus belíssimos jardins Persas. Haifa é a maior cidade do norte de Israel, e a terceira maior cidade do país, depois de Jerusalém e Tel Aviv. Haifa tem uma população mista de árabes e judeus dando um exemplo de coexistência pacífica.

JAFFA / JOPE

Terminaremos o dia com uma visita à cidade milenar de Jope, recordando as lições de dois importantes acontecimentos: A fuga de Jonas do chamado Divino para pregar aos perdidos de Nínive, embarcando dali para Társis (Jonas 1:3) e o chamado Divino a Pedro para pregar o Evangelho de Cristo aos gentios (Atos 10:9-23). Ali também Pedro ressuscitou Dorcas (Atos 9:36- 42).

Dia 4 Acco / Rosh Hanikra / Megido/ Monte Carmelo/ Galileia

AKKO

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Faremos uma visita curta às muralhas da cidade de Akko, importantíssimo bastião dos Cruzados, onde poderemos ver as muralhas e fortificações do século XII com as ruínas cruzadas e muçulmanas, bem como o Porto.

ROSH HANIKRA – 

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Continuaremos para Rosh Hanikra, à beira mar, na fronteira entre Israel e o Líbano. Trata-se de uma formação geológica super interessante, onde encontramos diversas grutas que ficam bem à beira do mar Mediterrâneo, enfiadas em um enorme penhasco. As grutas Rosh HaNikra são um complexo de túneis cavernosos formados pela insistente ação do mar sobre a rocha de Giz macio. O COMPRIMENTO total do sistema de túneis e cavernas é de cerca de 200 metros. Lá embaixo da rocha eles se ramificam em várias direções, tendo interligação entre alguns deles. Descida por teleférico para ver as impressionantes grutas naturais feitas pela erosão marinha. Ao longo dos tempos, Rosh HaNikra serviu como um ponto de passagem para caravanas de comércio e exércitos entre Líbano, Síria, Israel, Egito e África.

COLINA DO MEGUIDO 

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Iremos depois à Colina do Megido com a esplêndida visão do Vale do Armagedon. De acordo com algumas interpretações daBíblia, será neste lugar onde ocorrerá o Armagedon ou a batalha final entre as forças da luz lideradas por Jesus Cristo e as forças das trevas lideradas pelo Anti-Cristo depois donos fins dos tempos (Apocalipse 16:13-16). Lugar, portanto, da vitória do Messias de Israel! Antigamente esta região constituía considerável cidade-estado e era vista como um ponto ideal para a conflagração de confrontos campais, pois oferecia necessário suporte de água, hospedagem e trechos adequados para a movimentação de soldados. Megido é uma tell (“colina”) feita de 26 camadas de ruinas de antigas cidades numa posição estratégica à cabeça da passagem através do tergo do Carmel. Juntamente com Hazor e Beer-Sheba declarada Patrimônio Mundial da Unesco em 2005.

MONTE CARMELO

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Então viajaremos para o Monte Carmelo, cenário da atuação do Profeta Elias e onde desafiou e derrotou os profetas de Baal (1 Reis 18). Monte Carmelo é uma montanha na costa de Israel, com vista para o Mar Mediterrâneo. A grande cidade israelita de Haifa localiza-se parcialmente sobre o Monte Carmelo, além de algumas outras cidades menores.

Segundo a Bíblia, neste local teria se dado o duelo espiritual entre o profeta Elias e os profetas de Baal. Teria sido também no Monte Carmelo que,ele teria feito descer fogo do céu, que consumiu por duas vezes os 50 soldados com o seu capitão, que o rei Acazias tinha mandado ali para prender o profeta, em virtude de ter este feito parar os seus mensageiros que iam consultar Baal Zebube, deus de Ecrom (2 Reis 1:9-15).

A Bíblia ainda cita esta montanha como o local em que a mulher sunamita que perdera seu filho, foi encontrar-se com o profeta Eliseu  (2 Reis 4:8-31).

A montanha também é tida como o local de origem da Ordem Carmelita.

Continuaremos em direção à Tiberíades, às margens do Mar da Galileia, cenário do ministério público de Jesus.

Jantar e Pernoite.

Dia 5 – Norte Da Galileia, Hazor, Hula, Dan, Cesareia De Filipe, Monte Hermon, Golan/ Katzrin 

TEL HAZOR

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Iremos em direção ao norte, através do Vale de Hula com uma parada em Tel Hazor, vendo ruínas de tijolos de barro dos tempos cananitas, estruturas de pedra construídas pelo rei Salomão e um enorme poço de água construído pelo rei Acabe. Em seguida, veremos um filme sobre a migração de aves na Reserva Natural de Hula. O Parque Natural de Hula está localizado no coração da Grande vale Sírio-Africano, uma das mais importantes rotas migratórias de aves no mundo. Em época de migração (outono e primavera), eles passam pelo parque mais de 500 milhões de aves, incluindo 500 000 cegonhas, pelicanos e 60 000 100 000 guindastes cinzentos. Centenas de milhares deles permanecem no lago durante o inverno, e outros optam por ninho na primavera e no verão.

A Reserva Natural Vale de Hula, é o parque nacional líder israelense e lar de milhares de aves, incluindo guindastes, cegonhas, pelicanos e vários tipos de garças, bem como plantas aquáticas exóticas, como íris amarela apreciado. Buffalo foram introduzidos em áreas específicas da reserva, porque a sua pastagem ajudar a preservar a pradaria aberta.

TEL DAN/ CESAREIA DE FELIPE

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Continuaremos para o norte a fim de ver a nascente do Rio Jordão em Tel Dan, além de Dan, antiga cidade israelita. Visitaremos a Reserva Natural do Bânias, onde nos dividiremos em dois grupos: os veteranos e os novos. Aqueles visitarão as Cataratas, uma cachoeira muito alta e poderosa nas alturas do Golan, cercada pela paisagem impressionante de um córrego e de belas árvores. Estes, uma das nascentes do Jordão na Cesareia de Felipe Bíblica, onde estão as ruínas da antiga cidade israelita de Dan. A Cachoeira do Banias oferece um dos pontos mais belos e tranquilos de Israel. Situado no interior da Reserva Natural de Banias, em Golan, é uma nascente que se eleva da base do Monte Hermon, a montanha mais alta de Israel, fluindo por cerca de 3,5 km através de um desfiladeiro, chegando à impressionante cachoeira, a maior em Israel.

KATZRIN

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Então subiremos o monte Hermon para rápida visita ao Castelo de Ninrode, com uma bela vista do Vale do Hula. Chegaremos a Katzrin, uma antiga vila talmúdica.

MONTE BENTAL

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Depois iremos até ao Monte Bental com uma vista magnífica do Monte Hermon Nevado, Líbano e Síria. Este é um dos picos montanhosos favoritos de Israel, em parte devido às excelentes vistas panorâmicas do Golã, mas também porque o Monte Bental foi o local de uma batalha corajosa travada durante a guerra de Israel pelo Golã. A uma curta distância, o topo da montanha oferece beleza cênica e um vislumbre do passado – com bunkers abertos para os visitantes. O dia termina de volta à Galileia.

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Dia 6 – Mar Da Galileia, Cafarnaum, Betsaida, Kursi, Gadara

BARCO DE JESUS / GINOSAR

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Neste dia, concentrar-nos-emos nos lugares centrais do ministério de Jesus. Faremos um tranquilo passeio no Mar da Galileia no “Barco de Jesus,” e depois desembarcaremos para visitar o Museu do Barco no kibutz Ginosar. Trata-se de um antigo barco de pesca do século I dC, descoberto em 1986 na costa noroeste do Mar da Galileia, datado entre 70 aC e 90 dC, o que significa que poderia ter sido usado durante o tempo de Jesus. Tem 8,27 metros de comprimento e 2,3 metros de largura e é feito de madeira de cedro. O barco é importante para os cristãos porque este era o tipo de barco usado por Jesus e Seus discípulos, vários dos quais eram pescadores. Barcos como este desempenharam um grande papel na vida e ministério de Jesus, e são mencionados 50 vezes nos Evangelhos, embora não haja evidências de que o Barco do Mar da Galileia tenha sido diretamente conectado a Jesus ou a seus discípulos.

GINOSAR

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MAGDALA

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Em seguida, visitaremos Magdala (“torre”), que foi uma pequena aldeia, que parece ter sido o local de nascimento de Maria Madalena  ou “Maria de Magdala” (Mateus 15:39). Nas escavações foi encontrado ruínas de uma Sinagoga do Primeiro Século.

TABGHA

Às margens do Mar da Galileia, na cidade de Tabgha, teria sido realizado um dos mais famosos milagres descritos na Bíblia (Marcos 8:1-9; Mateus 15:32-39), o da multiplicação de pães e peixes. No lugar onde se acredita que o evento tenha acontecido, foi construída pelos bizantinos, no século V, a Igreja da Multiplicação dos Pães e Peixes. O local foi destruído pelos persas no século VII e resgatado a partir de escavações arqueológicas no século XIX. Da antiga igreja, foram recuperados belíssimos mosaicos, onde estão desenhados os pães e peixes do milagre descrito na Bíblica.

IGREJA ORTODOXA DOS 12 APÓSTOLOS

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Bela e bastante impressionante igreja de cúpula vermelha é um importante marco ao longo do Mar da Galileia. Foi construído na costa em 1925 pela Igreja Ortodoxa Grega e merece uma visita pelo seu interior de belos afrescos de estilo bizantino pintados no final dos anos 90. Em particular, o afresco vivo que retrata o Juízo Final que cobre a parede do fundo da igreja. O jardim aqui é um local com sombra para escapar do calor do sol do meio-dia.

O MONTE DAS BEM-AVENTURANÇAS

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O local tradicional para o Monte das Bem-aventuranças (Mateus 5-7 e Lucas 6) é na margem noroeste do Mar da Galileia, entre Cafarnaum e Genesaré (Ginosar). A localização real do Sermão da Montanha não é certo, mas o lugar atual foi comemorado durante mais de 1600 anos. O lugar fica está muito perto Tabgha. A Igreja Católica Romana aqui cfoi onstruída na década de 1930. Os jardins imaculadamente mantidos são um local maravilhosamente tranquilo para apreciar a vista sobre o Mar da Galiléia, enquanto dentro da própria Igreja há uma linda janela com vitrais representando as bem-aventuranças. Outras localizações sugeridas incluíram o Monte Arbel, que fica muito perto. O Monte das bem-aventuranças tem vista para a Planície numa extensão de quatro milhas de comprimento de Genesaré, uma área famosa pela sua fertilidade. Flávio Josefo referindo-se a este local disse: “coroamento da natureza.” Várias vezes os registos do Novo Testamento afirmam que Jesus esteve nesta área, incluindo quando ele curava as multidões aqui e enfrentou a condenação farisaica em relação à impureza ritual (Marcos 6-7).

CAFARNAUM

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Acredita-se que esse sítio arqueológico seja a vila de pescadores de Cafarnaum mencionada no Novo Testamento, onde Jesus viveu, pregou e reuniu o primeiro de seus discípulos. As belas ruínas de uma sinagoga do século IV são as ruínas mais proeminentes daqui, enquanto a Igreja moderna no local é construída sobre os remanescentes de uma igreja bizantina e as ruínas da Casa de Pedro. O trabalho arqueológico aqui estabeleceu que o sítio remonta ao século II aC e foi finalmente abandonado durante o século XI. Muito perto passava a importante Via Maris, que ligava o Egipto à Síria e ao Líbano e que passava por Cesareia Marítima.

BETSAIDA

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Acredita-se que essas ruínas de basalto sejam remanescentes da cidade de Betsaida, no Novo Testamento, onde Jesus realizou o milagre de andar sobre as águas (Mc 6:4752), e do outro lado de onde ele alimentou os 5000 (Mc 6:45)e curou um cego (Mc 8:22). Como as ruínas são na sua maioria apenas fundações e muros baixos de pedra, pode ser difícil imaginar como era essa cidade outrora bastante substancial. Jesus amaldiçoou esta cidade juntamente com Corazim e Cafarnaum(Mt 11:21-24).

CORAZIM

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Corazim  foi uma vila ao norte da Galileia, perto de Cafarnaum. No tempo da Talmude foi uma cidade judaica famosa pela sua produção de trigo de boa qualidade. Cafarnaum, Corazim e Betsaida constituíam o chamado «triângulo evangélico». De fato, nestas cidades ou nas suas proximidades, decorreu significativa parte da vida pública de Jesus.

Passaremos, então, por Corazim, Betsaida, cidades amaldiçoadas por Jesus, e Kursi Gadara, lugar dos demônios e porcos. Kursi foi identificado pela tradição como o local do “Milagre dos Porcos”, onde Jesus curou um ou dois homens possuídos por demônios, conduzindo-os a uma manada de porcos (Marcos 5: 1-20, Mateus 8: 28-34, Lucas 8: 26-39).

KURSI

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MONTE ARBEL

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Terminaremos o dia no Monte Arbel para uma vista espetacular do Mar da Galileia e um momento para Sermão do Monte neste cenário. Chegamos a Tiberíades.

OPCIONAIS – Passeio Yigal Alon -Faça um passeio agradável junto ao Mar de Tiberíades, Yigal Alon (mais conhecido como Passeio de Tiberíades) com linda vista da água, dos barcos e da marina. Há um show de luzes, gratuito, que acontece no extremo sul do Yigal Alon Promenade, três vezes a cada noite, das 19 às 21h.

Haverá um filme de linda produção, sobre a história bíblica da Galileia “Galilee Experience”, numa livraria evangélica.

Jantar e Pernoite.

Dia 7 – Galiléia Central / Caná / Nazaré / Monte Gilboa / Harod Springs / Beit Shean / Séforis

CANÁ

Passaremos por Caná, que era uma pequena vila da Galileia onde Jesus Cristo realizou o seu primeiro milagre  (João 2:1,11), e onde também curou o filho de um nobre. Segundo o Evangelho de João, era a residência de Natanael (João 21:2). Jesus encontra ali um oficial do rei que intercede pelo filho doente em Cafarnaum (Jo 4:46).

FONTE DE HAROD

a Fonte dos 300

Em seguida, subiremos o Monte Gilboa, na planície de Esdraelom, onde o rei Saul foi morto, com uma visão fértil do vale de Beit Shean. Então desceremos para a Fonte Harod, onde Gideão reduziu seu exército para 300.

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NAZARÉ

Iremos então a Nazaré, cidade onde Jesus cresceu, ascendemos ao Monte do Precipício para uma visão de Nazaré, Tabor, onde Débora derrotou os cananeus e o norte do Armagedom. Depois de passar pela Igreja da Anunciação, teremos uma visita guiada à Vila de Nazaré. Em seguida, chegaremos à antiga cidade de Séforis, onde provavelmente José e Jesus trabalharam como construtores.

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NARAZETH VILLAGE

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BEIT-SHEAN

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Em seguida, viajaremos para o sul até Beit-Shean / Scythopolis, o sítio arqueológico mais magnífico de Israel, localizado na junção estratégica dos vales de Jezreel e Jordânia. Depois de derrotar Saul e seus filhos no Monte Gilboa, os filisteus penduraram seus corpos nas paredes de Bet-Shean. Durante o período intertestamental, a cidade foi renomeada como “Scythopolis”. Arqueólogos descobriram um grande número de ruínas da citópolis romana / bizantina. Durante a época de Jesus, foi uma das principais cidades da Decápolis – uma liga de dez cidades que compartilhavam a cultura e o governo gregos. Após o fértil Vale do Jordão em direção ao sul, seu guia indicará a restauração agrícola da “Terra que mana leite e mel” e o intrincado desenvolvimento da irrigação de Israel. Seguiremos para a região do Mar Morto, onde pernoitaremos. chegarmos ao nosso alojamento para a noite no Mar Morto – o lugar mais baixo da Terra. Passe algum tempo no spa especial antes do jantar.

Dia 8: Massada/Qumeran/Tenda De Abraão/Jericó/Qasr El Yahud/Jerusalém

MASSADA

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Visita ao incrível Parque Nacional de Massada, palácio e fortaleza do Rei Herodes e último bastião na dramática luta dos zelotes contra os romanos, em 72DC. Subida de teleférico ao topo da montanha e tempo para explicação do guia. Massada, que, provavelmente, significa “lugar seguro” ou “fortaleza”, é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado. Na parte leste, a face do penhasco se eleva 400 metros acima da planície circundante.

QUMRAN

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Qumran, “ruína da mancha cinzenta”, é um Um dos mais importantes sítios arqueológicos de Israel, a uma milha da margem noroeste do Mar Morto, a 12 km de Jericó e a cerca de 22 a leste de Jerusalém. Situado na fissura do Mar Morto entre dois barrancos profundos, em uma área onde atividades tectônicas são frequentes e a precipitação média anual é muito baixa. O meio ambiente atual é árduo e difícil para o cultivo; mas foi precisamente o clima árido e a inacessibilidade do local que contribuiu significativamente para preservação de estruturas e de materiais arqueológicos encontrados na região.

O inóspito deserto, que teria sido um antigo assentamento de essênios no século I a.C., escondeu durante 2.000 anos os mais antigos escritos que fazem referência à Bíblia Hebraica já encontrados. Os pergaminhos foram encontrados em 1947, por um beduíno que percorria a região. Dentro de uma das cavernas, em um vaso de cerâmica, estavam os manuscritos de inestimável valor. Nas duas décadas seguintes ainda aconteceram outras descobertas, que somam mais de 900 manuscritos, datando de 250 a.C. ao século I da Era Cristã, entre eles o Pergaminho de Cobre, que se encontra no Museu Arqueológico da Jordânia. Outra parte dos achados está no Santuário do Livro (Museu de Israel) e no Museu Rockefeller, os dois em Jerusalém.

MAR MORTO

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JERICÓ

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Visitaremos Jericó, onde os gritos e as explosões de trombeta de Josué e seu exército fizeram as fortificações da cidade desmoronarem.

Jericó é uma antiga cidade da Palestina situada às margens do rio Jordão. É citada na bíblia como uma importante cidade no na costa ocidental do rio Jordão. Descrita no Antigo Testamento como a “Cidade das Palmeiras”, abundantes campos ao redor têm feito dela um sítio atrativo para habitação humana por milhares de anos. Foi a primeira cidade conquistada por Israel na entrada da Terra Prometida (Josué 6:1-27). É considerada a cidade mais antiga ainda existente.

Jericó é descrita na Bíblia como a “Cidade das Palmeiras”. Copiosas nascentes dentro e em torno da cidade atraíram a habitação humana por milhares de anos.

Jericó é mencionada mais de 70 vezes Na Bíblia. Jesus passou pela Jericó do NT (Lc 19:1), pelo qual passava a estrada que se dirigia a Jerusalém. Jericó era a cidade natal de Zaqueu, de cuja hospitalidade Jesus gozou e cuja conversa se encontra registada nos vers. 1-10. Foi perto da Jericó do NT que Jesus curou o cego Bartimeu e o seu companheiro (Mt 20:29-34; Mc 10:46-52; Lc 18:35-43).

TERRA DO GÊNESIS – TENDA DE ABRAÃO

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Visitaremos a incrível “Genesis Land,” a verdadeira terra do Gênesis, um lugar especial e que permite aos visitantes experimentar a vida como foi nos tempos bíblicos. Ao chegar seremos recepcionados por Eliezer, servo de Abraão e iremos juntos até à tenda de Abrãao. Lá seremos recepcionados pelo próprio “Abraão” e ouviremos suas histórias. Por fim tomaremos café/chá típicos do deserto com frutas secas e poderemos descansar na grande tenda em pleno deserto da Judeia.

Gênesis Land (Eretz Breishit em hebraico) está localizada no deserto da Judéia, não muito longe de Jerusalém. Tendo como pano de fundo a deslumbrante paisagem do deserto, a Terra do Gênese recria o modo de vida dos patriarcas. Faça sua própria pita e leve ao fogo. Escreva uma carta em hebraico antigo em pergaminho. Crie cerâmica e mosaicos originais. Caminhe ao longo do cume com vista para o espetacular leito do rio Wadi Qelt.

Atores vestidos como figuras bíblicas adicionam um sabor único a essa atividade. “Abraão” recebe-o na sua tenda e oferece-lhe comida e bebida. O deserto é o palco das histórias bíblicas que são representadas para você. Os hóspedes podem vestir vestes de estilo beduíno para entrar no personagem.

QASR EL YAHUD/JERUSALÉM

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QASR EL YAHUD

Visitaremos o lugar do batismo de Jesus, em Kaser el Yahud, Segundo a tradição, na fronteira com a Jordânia (Mateus 3:13-17). Também é tradicionalmente considerado o lugar por onde os israelitas entraram na terra prometida.

ENTRADA EM JERUSALÉM

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Então subiremos as montanhas da Judéia até Jerusalém, a Cidade do Grande Rei, fazendo nossa primeira parada na bela Haas Promenade – Tayelet.

Um dos melhores lugares para começar uma excursão por Jerusalém. Este miradouro panorâmico oferece uma visão abrangente da cidade e, à moda de Jerusalém, está repleta de milhares de anos de história. O Promenade, popularmente conhecido em hebraico como “Tayelet” – na verdade compreende várias passarelas incluindo o Passeio Gabriel Sherover. Das alturas desses caminhos e parques paisagísticos, você pode aproveitar todo o esplendor da cidade de Jerusalém espalhada a seus pés.

Em qualquer um dos terraços de observação, você pode ver a Cidade de Davi, o Monte do Templo, com o Nobre Santuário (Cúpula da Rocha) brilhando ao sol; a cúpula branca pura da Sinagoga Hurva reconstruída à sua esquerda; o Monte das Oliveiras, com a torre do Augusta Victoria Hospital, alcançando o céu. Um pouco atrás, você pode ver a torre da Universidade Hebraica no Monte Scopus.

Do outro lado da Cidade Velha, os edifícios do Monte Sião são claramente visíveis, juntamente com outros marcos mais modernos, como o Hotel King David, o famoso hotel de luxo de Jerusalém, com uma história fascinante e ainda visível entre alguns novos arranha-céus, a torre da YMCA de Jerusalém.

A visão é especialmente resplandecente no brilho do anoitecer, quando as pedras brancas de Jerusalém brilham com um tom dourado.

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Dia 9: Jerusalém Moderna, Museus Do Holocausto, De Israel E Do Livro, Ein Karen e Belém.

Começaremos com um percurso pela cidade nova de Jerusalém, com uma visita panorâmica. Teremos, então, um tempo interessante e educacional no Museu de Israel. Caminharemos por coleções de artefatos israelenses seculares, incluindo o Museu do Livro, onde estão os Manuscritos do Mar Morto. Em seguida, uma caminhada dirigida por um modelo detalhado e preciso da Jerusalém bíblica, que nos preparará para o que experimentaremos nos dias subsequentes. Visitaremos Yad Vashem, o Museu do Holocausto, onde teremos uma visão da profecia de Ezequiel 37, conscientizando-se do miraculoso cumprimento profético do Estado de Israel e a maravilha de visitar a florescente Jerusalém de volta às não do Povo da Aliança!

EIN KAREM

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A Cidade de João Batista Ein Karem é sem dúvida alguma uma das localizações mais interessantes de Israel, onde judeus e árabes vivem lado a lado, em uma comunidade praticamente baseada em torno do turismo local, ela atrai para si artistas, personalidades e amantes da arte e da música. O local foi habitado desde o período cananeu, no XIV século AC. Casas vazias foram construídas pelos imigrantes, e com a expansão de Jerusalém, a aldeia foi declarada como um bairro da Cidade Santa. O local ainda hoje permanece bairro rural, devido ao descolamento relativo da cidade e por ser cercado por montanhas, vales e florestas. Ein Kerem também é considerado um local sagrado e um lugar de peregrinação para o cristianismo, porque é conhecido como o local de nascimento de João Batista, e onde um número de igrejas e mosteiros, atraem a presença de muitos turistas.

BELÉM

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Visitaremos Belém, incluindo o túmulo de Raquel e o Campo dos pastores.

A cidade de Belém, na Cisjordânia, a cerca de 9 km ao sul de Jerusalém, é celebrada pelos cristãos como o local de nascimento de Jesus Cristo (Mateus 2:1-12; Lucas 2:1-20). Aqui Maria deu à luz em uma caverna usada para animais. Aqui os pastores locais vieram adorar o bebê, e aqui os Três Reis Magos do oriente vieram prestar homenagem e entregar seus presentes. Aqui também, 1000 anos antes de Cristo, Belém foi o local de nascimento de Davi, o segundo rei de Israel. Aqui Davi foi ungido como rei pelo profeta Samuel.

A cidade de Belém (em hebraico, seu nome significa “casa do pão”) está numa colina à beira do deserto da Judéia. Beduínos do deserto se misturam aos peregrinos e turistas em meio a uma mistura de culturas em seu mercado da cidade e suas ruas estreitas e antigas.

A caverna onde tradicionalmente ocorreu o nascimento e a manjedoura agora pode ser visitada sob a imensa Basílica da Natividade. Esta é a mais antiga igreja completa no mundo cristão.

TÚMULO DE RAQUEL

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A morte de Raquel, esposa amada do patriarca Jacó, é lembrada na estrada Jerusalém-Hebron, ao norte de Belém. O túmulo, um pequeno prédio com uma cúpula branca, está agora escondido atrás de uma longa estrutura semelhante a um bunker, com torres de vigia e arame farpado. A estrada de acesso é cercada por altos muros de concreto.

O livro de Gênesis relata que Jacó e sua família estavam viajando de Betel quando Raquel estava prestes a dar à luz ao seu segundo filho. Mas Raquel morreu no parto e Jacó levantou uma coluna em seu túmulo (Gênesis 35:17)

CAMPO DOS PASTORES

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As cavernas onde os pastores “vigiavam o rebanho” ainda são abundantes na área a leste de Belém. Aqui, o Evangelho de Lucas nos diz, um anjo anunciou o nascimento de Jesus (Lucas 2:8-20).

As boas novas do anjo não eram dadas aos nobres ou piedosos, mas aos trabalhadores de baixa reputação. A literatura judaica classificava o “pastor” entre as profissões mais desprezadas da época – mas Cristo deveria se identificar com essa ocupação quando se intitulava “o Bom Pastor” (João 10:11).

O local tradicional da visita do anjo é a cidade de Beit Sahur. Originalmente conhecida como a Vila dos Pastores, é agora um subúrbio oriental de Belém.

Dia 10: Cidade Antiga

Apos o café-da-manhã, faremos um passeio por dentro das muralhas da cidade antiga. Entraremos pelo Portão de Sião e visitaremos o quarteirão armênio, quarteirão judeu, o Cardo, a Esplanada das mesquitas Templo e visitaremos a esplanada do templo onde estão localizados a Mesquita de El-Aksa e o Domo da Rocha. Um tempo no Muro das lamentações.  Depois os fascinantes Túneis Rabínicos que nos guiam pela era do Segundo Templo. O túnel e a exposição dão uma clara compreensão da incrível construção do Monte do Templo, das pedras gigantescas, do suprimento de água e da rua romana, onde nosso Senhor foi levado a julgamento. Antes de sair do túnel, vemos a imensa pedra angular rejeitada pelos construtores. Visitaremos as escavações do Muro do Sul do Templo e visita ao DAVIDSON CENTER, um dos sítios arqueológicos mais significativos do país. Sentaremos nas Escadarias do templo para um tempo de reflexão.

Continuamos nossos passeios fora do Portão do Lixo, na colina sudeste, abaixo do Monte do Templo, na Cidade de Davi. Foi durante a época de Salomão que os limites da cidade se estenderam além desta parte de Jerusalém. Visitaremos a Gihon Springs, a fonte original de água para Jerusalém, veremos novas escavações. Um destaque hoje será uma caminhada pelo incrível Túnel de Ezequias até a piscina de Siloé, o lugar do milagre de Jesus em João 9.

Após visitaremos o mais recente Museu FRIENDS OF ZION.

Dia 11: Nos Passos Finais De Jesus Em Jerusalém

JARDIM DO GETSÊMANI – Recordaremos a noite em que Jesus foi traído e preso, no Monte das Oliveiras, no Jardim do Getsêmani, literalmente “prensa de azeite.” É um jardim situado no sopé do Monte das Oliveiras, onde acredita-se que Jesus e Seus discípulos tenham orado na noite anterior à Sua crucificação (Lucas 22:43,44). Jesus e Seus apóstolos costumavam se encontrar ali. Sua localização exata é objeto de disputa, mas a tradição católica aponta para uma área junto à Igreja de Todas as Nações, também conhecida como Igreja da Agonia. Este templo foi construído no século XX sobre fundações que remontam do século IV. Dentro dos recintos está o leito de uma rocha nua onde acredita-se que Jesus tenha feito orações na noite da traição. O jardim propriamente dito encontra-se ao lado, com antigas oliveiras de troncos retorcidos. Ali, ou em algum lugar do Monte, Jesus agonizou, pouco antes de Sua prisão. Tão profunda foi Sua angústia que “o seu suor tornou-se em gotas de sangue a cair sobre a terra.” Podemos dizer que ali ocorreu o primeiro derramamento do Seu sangue, rumo ao Calvário.

No Getsêmani, há várias oliveiras milenares. Teremos uma vista panorâmica do famoso Vale do Cedrom ou Vale de Josafá, localizado entre o muro leste de Jerusalém e o Monte das Oliveiras. Neste vale, se encontra o Pilar de Absalão, filho do Rei Davi (2 Samuel 18:18), o túmulo mausoléu de Zacarias (de uma família sacerdotal do 2º templo) e o mausoléu de Tiago. Este foi também o local do suicídio de Judas (Mateus 27 e Atos 1:18). Estaremos bem próximo da Porta Dourada pelo lado leste do Antigo Templo, por onde se deu a “Entrada Triunfal de Jesus Em Jerusalém”, descendo pelo Monte das Oliveiras (Mateus 21). A porta está fechada (Ezequiel 44:1-3).

CASA DE CAIFÁS – IGREJA DO GALICANTU – “Do Getsêmani, Jesus foi conduzido até à casa do Sumo Sacerdote Caifás” (João 18:12; Lucas 22:54). Em cima dela, para proteger o que restou, foi construído um templo católico, chamado “Igreja do Galicantu”, lugar onde Pedro negou Jesus por três vezes (João 18:27). Ali Jesus esteve preso durante toda a madrugada e foi interrogado pelo Sinédrio reunido na casa de Caifás, e logo pela manhã foi levado a Herodes e a Pilatos (Lucas 23 e João 18:12-38).

Ao lado do pátio da Igreja existe uma escadaria que conduz ao Monte Sião e ao Getsêmani. Estes antigos degraus são verdadeiramente o local por onde Jesus caminhou com Seus discípulos. Por ali Ele desceu em direção a sua última Ceia e a vigília no monte das Oliveiras (Lucas 22:39-42). Ali Jesus foi preso (Mateus 26:50) e, subindo os degraus, foi levado ao Palácio de Caifás e diante do Sinédrio onde foi julgado (Mateus 26:63-64).

Ali se encontram ruínas de celas e um calabouço, onde se crê que Jesus tenha sido preso na noite de sua traição. Logo pela manhã foi levado a Herodes e a Pilatos (Lucas 23 e João 18:12-38).

FORTALEZA DE ANTÔNIA – Visita à Fortaleza de Antônia, construída por Herodes, o Grande, na extremidade oriental da muralha da cidade, ligada ao Templo por uma galeria, e cujo nome homenageava o triúnviro romano, Marco Antônio, protetor de Herodes. Local onde acredita-se que Cristo tenha sido preso, interrogado por Pilatos e flagelado pelos soldados romanos. Aqui Jesus foi torturado, antes de ser entregue para crucificação. O historiador Flávio Josefo descreveu o forte como “uma torre com quatro torres em cada canto“, ligado ao templo por duas colunas com um espaço estreito entre elas.

Fortaleza Antônia é o mesmo que pretório, quartel de Pilatos. Ali Jesus foi preso e torturado antes de ser entregue para a crucificação. Na fortaleza estava o LITÓSTROTOS (pavimento de pedra), Gabatá em hebraico (João 19:13). O lugar da coroação de espinhos, flagelo e escárnio contra Jesus.

VIA DOLOROSA

Na Fortaleza, começa de fato a Via Dolorosa, (do latim, “Caminho das Dores”, “Caminho de Sofrimento” ou simplesmente “via dolorosa”) que, segundo a tradição cristã, foi o caminho percorrido por Jesus desde a sua condenação à morte até ao local da crucificação em Jerusalém. Começa na Porta de Santo Estêvão e percorre toda a parte ocidental da cidade de Jerusalém, acabando na Igreja do Santo Sepulcro, lugar da tradição católica da crucificação, sepultamento e ressurreição de Jesus. O percurso divide-se em 14 estações, onde se recordam os principais momentos da derradeira caminhada de Cristo, nove ao longo do caminho e as últimos cincos já dentro da Basílica. Percorreremos o caminho, nesta ordem:

2ª estação – Onde Jesus toma a cruz – Logo em frente está a segunda estação. Ela na verdade é dividida em duas partes marcadas por duas capelas pequenas. A Capela da Flagelação, onde Jesus foi flagelado pelos soldados romanos que depois colocaram a coroa de espinhos, e a Capela da Condenação, que apesar do nome é o local onde Jesus foi açoitado e começou a carregar a cruz.

3ª estação – Jesus cai pela primeira vez

Ao final dessa rua, em uma esquina, existe a marcação do local onde Jesus cai pela primeira vez durante o trajeto em que carrega a cruz. Foi construído no local uma igrejinha católica armênia restaurada em 1948.

4ª estação – Jesus encontra a sua mãe

Imediatamente ao lado da terceira estação está a entrada da Igreja de Nossa Senhora do Espasmo, que marca o local onde Jesus encontrou a sua mãe Maria ao longo da caminhada com a cruz.

5ª estação – Simão Cireneu ajuda Cristo a carregar a cruz

Um pequeno oratório franciscano marca o local onde Simão Cireneu foi obrigado pelos soldados romanos a ajudar Jesus a carregar a cruz.

6ª estação – Verônica limpa o rosto de Jesus

Uma pequena capela de Santa Verônica de origem greco-católica marca o local onde Verônica teria enxugado o rosto de Jesus repleto de sangue e suor.

7ª estação – Jesus cai pela segunda vez

O Portão do Julgamento da antiga muralha, no qual as acusações dos condenados à morte eram publicadas, era o local por onde Jesus saiu da cidade em direção ao Calvário. Ao cruzar o portão o peso da cruz fez com que ele caísse da cruz pela segunda vez. Uma coluna dentro da capela franciscana marca o exato local dessa queda.

8ª estação – Jesus consola as mulheres de Jerusalém

Essa parte não segue uma ordem lógica pela via. O local é marcado por uma pequena pedra com uma cruz latina na parede do mosteiro ortodoxo grego de São Caralampo. A inscrição em letras gregas significa “Jesus Cristo vence”.

9ª estação – Jesus cai pela terceira vez

A última estação, ainda fora da Basília. O local onde Jesus caiu pela terceira vez é marcado por uma coluna onde uma cruz de madeira fica apoiada. As últimas estações ficam dentro do complexo da Basílica. Daqui faremos o trajeto até ao Gólgota (caveira) nome dado à colina que na época de Cristo ficava fora da cidade de Jerusalém, onde Ele foi crucificado. Entraremos no “Jardim do Túmulo,” ao lado do Gólgota, próximo ao portão de Damasco, onde foi encontrado um lagar, uma cisterna e um túmulo vazio. Tornou-se um jardim onde as pessoas vão para refletir, não apenas sobre a morte de nosso Salvador, mas em Sua ressurreição e a esperança da vida eterna. Ali celebraremos a Ceia do Senhor.

TANQUE DE BETESDA – Depois visita ao Tanque de Betesda. Este reservatório ficava perto da Porta das Ovelhas, onde muitos doentes, como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas se agitassem, sendo que o primeiro doente a entrar na água ficaria milagrosamente curado. Ali aconteceu um dos milagres de Jesus: a cura do paralítico.

O tanque de Betesda é um local mencionado somente no Novo Testamento. Ficava perto da Porta das Ovelhas, na zona Norte de Jerusalém. Era um grande centro de peregrinação para pessoas que buscavam cura. Ao redor deste tanque existiam cinco alpendres ou colunatas onde muitos doentes, bem como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas fossem agitadas por um anjo. Segundo relato bíblico, o primeiro doente que entrasse na água após sua agitação, recebia cura. Ali ocorreu um dos mais extraordinários milagres de Jesus: a cura do paralítico (João 5:1-14).

O local é atualmente identificado como um reservatório duplo, com uma área geral de cerca de 46 X 92 m, encontrado durante reparações e subsequentes escavações da Basílica de Santa Ana em 1888  Esta basílica tem uma acústica perfeita.

Depois visita ao Tanque de Betesda. Este reservatório ficava perto da Porta das Ovelhas, onde muitos doentes, como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas se agitassem, sendo que o primeiro doente a entrar na água ficaria milagrosamente curado.

CARDO

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MURO OCIDENTAL

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CIDADE DE DAVI

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EM JERUSALÉM – LOCAIS A SEREM INCLUÍDOS E QUE NÃO APARECEM NOS ROTEIROS COMUNS

  1. Museu de Israel
  2. Cidade de David
  3. Betânia
  4. Belém
  5. Tayelet
  6. Kibutz Yad Hasmoná
  7. Instituto do Templo
  8. Monte Herzl

Chegada, desembarque e fim dos serviços.

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NOITES:

Tel Aviv – 3 noites

Eilat – 1 noite

Mar Morto – 1 noite

Galileia – 4 noites

Jerusalém – 5 noites

TOTAL: 14 noites

Preço por pessoa em apto duplo:

  • Voando com Lufthansa:  USD 4.790,00 por pessoa
  • Informações adicionais e inscrições:

Jestur | 11 2091-2530

Whatsapp | 11 94708-6377

 

 

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