#100dias – 05 – Vento

Postado por em jan 25, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

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DIA 5 (25.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE II

O ESPÍRITO SANTO COMO VENTO

O Espírito Santo veio para representar a Cristo e conduzir-nos a Ele. Jesus disse: “Quando vier aquele Espírito de verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir” (João 16:13). Como descrevê-lo. A Bíblia lança mão de símbolos para revelar-nos facetas de seu relacionamento conosco.
Jack Hayford comenta: “Os símbolos do Espírito Santo se tornam essenciais para a nossa compreensão de como Ele é, não apenas em uma forma objetiva de analisar a verdade, mas também na forma subjetiva que Ele vem para penetrar nossas vidas – modos em que a realidade do invisível penetra o visível. Quando falamos sobre o Espírito Santo como chuva, por exemplo, o objetivo não é pensar: “Oh, o Espírito Santo é como a chuva.” A finalidade é ficar molhado.”

Hoje olharemos para o VENTO como símbolo do Espírito. A palavra hebraica para espírito é ruach, que significa “ar em movimento.” Sopro, vento. É a mesma para respirar. Também significa vida. Por semelhança com a respiração e o ar em movimento, significa espírito. É aí que temos a tradução, e a palavra hebraica contém todos esses diferentes significados.

Em João 3:8 Jesus está falando sobre o Espírito Santo, e dizendo que Ele é como o vento: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito”. No grego o termo é pneuma, que significa uma corrente de ar, respiração, ou uma brisa, e novamente por analogia, um espírito. Assim, tanto o hebraico quanto o grego estão falando sobre respiração.

Lucas registra a descida do Espírito Santo sobre os discípulos no Dia de Pentecostes nestes termos: “De repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados… E todos foram cheios do Espírito Santo (Atos 2:2,4).

A primeira menção ao vento nas Escrituras é Gênesis 8:1, que diz: “Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.” O soprar do vento removeu o julgamento.
Na história de Noé vemos o vento, a pomba e o fogo do sacrifício. Esses símbolos aparecem também no batismo de Jesus e no Dia de Pentecoste. O revestimento de poder em Pentecostes, tem o propósito de trazer muitos filhos à glória. Precisamos do soprar do vento em nossas vidas, em nossa geração. O vento

• produz vida;
• separa o trigo da palha;
• sopra cinzas e reacende a chama;
• purifica enquanto remove as escórias.

Tudo isto o Espírito faz em nós. Para além disso, pensemos em algumas propriedades do vento:

• O vento é ar em movimento, e este ar fresco é necessário continuamente para a própria vida. Até as sementes precisam dele para serem dispersas e crescerem. Da mesma forma, o Espírito Santo é a presença de Deus, a fonte de toda a vida.

• O vento não tem forma tem material. Ele é invisível; não podemos ver sua origem ou destino. Trata-se de uma força misteriosa e invisível. No entanto, a sua presença é conhecida pelos seus efeitos. Da mesma forma, o invisível Espírito Santo pode ser experimentado de maneira refrescante. Sua presença é exibida no trabalho que Ele faz na vida humana, transformando, santificando, encorajando e ensinando.

• O vento é uma força poderosa. Ele não pode ser parado ou controlado por pessoas. Da mesma forma, o Espírito Santo não está sujeito ao controle humano. O movimento do Espírito Santo é Deus em operação.

Existe uma grande variedade de ventos. Ele pode ser um suave soprar roçando levemente as folhas das árvores, ou um furacão arrancando-as. Assim também o Espírito Santo pode conduzir alguém a Cristo de forma suave e gentil como, por exemplo, uma criança em um lar cristão, ou pode provocar uma experiência dramática de forma a levar o pecador endurecido à convicção e ao arrependimento. Em Atos 16 vemos o contraste de Lídia, cujo coração estava aberto para o SENHOR (v. 14) e o carcereiro que precisou de um terremoto para levá-lo aos seus sentidos espirituais (v 30). Em ambos os casos o Espírito Santo realizou sua obra de regeneração.

Deus também usou o vento como símbolo do Espírito ao dizer a Ezequiel: “Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz Yahweh Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam” (Ezequiel 37:9-9). Esse sopro transforma nossa morte em vida, fazendo ressurgir tudo que pereceu. Precisamos dele. Suspiramos por Ele.

Pensar no Espírito agindo à semelhança do vento, sopro, respiração, leva-nos a entender que Ele vem sobre nós, trazendo fôlego de vida. Ele é a própria vida. É o ar espiritual que respiramos.

ORAÇÃO

Precioso Espírito Santo, sopra sobre nós Tua vida; sopra até que a palha ser separada do trigo e se vá de minha vida; sopra as cinzas do altar do meu coração e reacende a chama do amor ao Pai. Sopra suavemente, trazendo-me refrigério. Sopra forte para despertar-me a consciência. Se necessário, vem sobre mim como um verdadeiro furacão para arrancar-me de uma vida acomodada, displicente e um relacionamento monótono contigo. Sopra sobre tudo que em minha vida se transformou em ossos secos. Causa um reboliço e faz-me reviver em plenitude!

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