#100dias – 97 – Consolidando a Unção

#100dias – 97 – Consolidando a Unção

Postado por em abr 26, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 97 – Consolidando a Unção

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DIA 97 (27.04) – UNÇÃO X IDENTIDADE (3)

CONSOLIDANDO A UNÇÃO

A esta altura é preciso salientar, que nada é automático. A transformação gerada pela unção não ocorre automaticamente. Nossa atitude é que vai determinar o que a unção fará em nossa vida.

Entre cada promessa de Deus, e o seu cumprimento, há um deserto. Há um lugar onde existe probabilidade de dúvidas e recuos. Assim, o tempo entre a promessa e o seu cumprimento, dependerá de nossa atitude.

Israel tinha a promessa de entrar na terra. Ao fim de dois anos, acampou-se em suas fronteiras, mas permaneceu 40 anos apara tomar posse da promessa. Isso aconteceu, não porque Deus quisesse que o deserto se prolongasse por  40 anos, mas porque o povo falhou em assumir a nova identidade.

Poderíamos analisar a vida de dez crentes que se entregaram a Cristo no mesmo dia. Todos receberam a mesma unção inicial que os fez filhos de Deus, no entanto verificaremos que cada um se encontra num diferente nível de unção, experiência e crescimento.

Por quê?

Será que Deus olhou mais para um, do que para outro? Não. A atitude de cada um para com a unção é que foi diferente. Saul e Davi foram ambos ungidos para ser reis, mas o que cada um fez com a unção, determinou o curso de suas vidas.

De Davi a Bíblia diz: “um homem segundo o coração de Deus” (Atos 13:22).

Não é que fosse perfeito, mas amava profundamente a Deus e O servia com integridade de coração. Por causa disto o Espírito começou a formar dentro de Davi uma identidade condizente com a unção.

Entre a unção e o assumir o trono passaram-se muitos anos. O que Deus estava fazendo em sua vida durante aquele período? Formando dentro dele a identidade de um ungido de Deus, com quem Ele estabeleceria uma aliança de que o Messias viria da sua descendência.

O que dizer de Saul? A despeito de ter passado pela mesma experiência de Davi, termina seus dias em total fracasso. Ele não soube lidar com a unção.

Olhemos para Moisés. Ele nasceu com uma unção divina para libertar Israel da escravidão egípcia. Aos 40 anos, quis cumprir a missão de Deus, mas falhou, pois ainda não sabia usar as armas espirituais e lançou mão do braço de carne. Deus, então, o levou ao deserto por mais quarenta anos.

Fez isso porque o rejeitara? Mil vezes não. Fê-lo para que, na Sua economia divina, pudesse formar dentro de Moisés a identidade de um Estadista, capaz de liderar o povo na libertação da escravatura e de levar esse povo a se organizar como uma nação teocrática.

Paulo é outro exemplo que poderíamos trazer à tona. Encontrou-se com Jesus no caminho de Damasco e teve uma dramática experiência de conversão. Ali foi ungido apóstolo aos gentios, conforme as palavras do Senhor a Ananias: Vai, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios  e reis, bem como perante os filhos de Israel” (Atos 9:15).

No entanto, depois desse chamado, Paulo ficou três anos na Arábia, depois foi para Tarsis. Por quê? Uma nova identidade tinha que ser formada, para que a unção tivesse seu livre curso.

Deus tem um plano para você; tem um ministério específico a ser desenvolvido em sua vida, mas até que a plenitude desse ministério seja alcançada, uma nova identidade terá que ser formada dentro de você. O tempo que Deus vai levar, formando essa identidade, pelo Seu Espírito, depende de sua atitude.

Nosso grande problema não é com a unção. A maior dificuldade é destruir as pontes que nos ligam ao passado, renunciar e esquecer a velha identidade, e assumir a nova.

Temos consciência de que nascemos de novo, de que o Espírito de Deus está em nós, de que somos herdeiros de todas as promessas, mas em vindo os desafios, as circunstâncias, as crises, as ameaças…

Quando nos deparamos com os gigantes das dificuldades que se colocam em nosso caminho, a tendência é agir de acordo com a velha identidade. Isso faz parte dos hábitos passados e parece mais seguro, mais natural ser o que sempre fomos.

Não podemos, porém, esquecer que houve um marco em nossa vida, uma experiência que se tornou um divisor entre o passado e o presente. É aqui que somos chamados a assumir uma posição firme de renunciar o passado, pois “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17).

Romper com a velha identidade e assumir integralmente a nova, pode ser um processo, mas é imperativo tomar a atitude para desencadeá-lo agora. O inimigo já teve muito terreno em nossa vida. Chega! Deus nos chama para que nos vejamos como Ele nos vê, em Cristo.

Há um mundo a ser conquistado e Ele levanta um exército em armas, que marcha para a vitória. Esse exército é composto por ungidos, que viram quebradas todas as cadeias, e entraram na liberdade da condição de filhos de Deus.

Você faz parte deste exército.

Você tem a unção.

Tome posse dela, e afronte tudo quanto vem do reino inimigo.

Ande na plenitude da unção de Deus em sua vida!

ORAÇÃO

Pai, graças de Te dou porque em Cristo, pela ação do Teu Espírito, possuo uma nova identidade. Ensina-me a traduzir esta verdade doutrinária na experiência do dia-a-dia. Que em meu pensar, sentir, querer e agir eu possa expressar essa identidade em Cristo Jesus, meu Senhor. Amém!

 

    2 Comentários

  1. Amem,gloria a Deus por esta grande ministração, que o Espírito Santo me de graça e sabedoria para que isto seja uma
    pratica na minha vida cristã

  2. AMÉM ,VOU ORAR NESSE SENTIDO DEUS CONTINUE LHE ABENÇOANDO

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