#100dias – 11 – Rios

Postado por em jan 31, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 11 – Rios

#100DiasDeJejumEOração DIA 11 (31.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE VII O ESPÍRITO SANTO COMO RIOS No último dia da Festa dos Tabernáculos, no Templo, em Jerusalém, no momento da cerimônia das águas, Jesus levantou-se e declarou: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (João 7:38). João acrescenta: “E isto disse Ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem” (João 7:39). É o próprio Cristo Quem usa os rios como símbolo do Espírito Santo. A primeira menção a rios na Bíblia encontra-se no capítulo dois de Gênesis: “E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços” (v. 10). O propósito da água do jardim era torná-lo produtivo; suprir água para o homem, para os animais, os peixes, plantas e toda a terra. A vida deveria fluir de Deus, através da sua amável provisão: os rios. FONTE X RIOS Analisando as declarações de Jesus em João 4:14 e 7:38, podemos dizer que o Espírito começou como uma fonte de vida, gerando o novo nascimento, mas logo se tornou em rios, saltando para fora, no batismo no Espírito Santo. O propósito de Deus é, primeiro, gerar Sua vida em nós, pela obra do Espírito Santo, criando em nosso ser “uma fonte de água viva, que jorra para a vida eterna.” Todavia Ele quer que a fonte se converta em rios para que haja multiplicação e reprodução. A fonte nos liga a Deus. Os rios nos ligam ao mundo. A fonte nos dessedenta. Os rios levam vida a todos quantos chegarem às suas margens. Somente com os rios de água viva, isto é, o batismo no Espírito Santo, poderemos ser uma bênção na acelerada multiplicação de discípulos nesta colheita do tempo do fim. O Espírito Santo procederia, como um rio, do Trono de Deus, que viria sobre o Seu Filho Jesus Cristo. A partir de então, a fonte procederia do Filho para todos os filhos por Ele gerados. Na descida do Espírito Santo os rios fluíram do interior dos Seus filhos para fora. Essas águas saciariam a sede de toda a terra, levando a redenção a um mundo árido e sem vida. APENAS LEITOS ATRAVÉS DOS QUAIS O RIO CORRE Os rios são os leitos ou dutos que transportam a chuva e a água para onde ela é necessitada e é central à vida, levando seu toque refrescante e vivificador. O Espírito Santo se manifesta em nós para que transportemos Suas bênçãos e a plenitude de Deus para outros. Não apenas recebemos. Ele faz de nós um transbordante afluente da Sua plenitude, vida e amor para nossa geração. Qualquer coisa que flui para um lugar e ali permanece, se transforma em lago ou poça. Se não houver uma porta de saída, através da qual a água entra e...

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#100dias – 10 – Chuva Serodia

Postado por em jan 30, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 10 – Chuva Serodia

#100DiasDeJejumEOração DIA 10 (30.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE VII O ESPÍRITO SANTO COMO CHUVA SERÔDIA OU ÚLTIMAS CHUVAS A chuva serôdia ou últimas chuvas, na Bíblia, tornou-se um símbolo do derramamento do Espírito Santo. Tanto a chuva quanto o Espírito nos são enviados por Deus como uma demonstração do Seu amor e cuidado para com a vida humana. Podemos encontrar, em primeiro lugar, uma perspectiva escatológica no uso da imagem da chuva serôdia. Deus descreveu a futura restauração do Seu povo usando a linguagem da chuva para ilustrar a obra do Espírito Santo: “Porque derramarei água sobre o sedento, e correntes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre a tua descendência” (Isaías 44:3). “Até que sobre nós o Espírito seja derramado do alto, o deserto seja transformado em campo fértil, e o campo fértil pareça uma floresta” (Isaías 32:15). Em Joel, depois de anunciar a vinda das primeiras e últimas chuvas (2:23), Deus fala do derramamento do Espírito: “derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Os vossos filhos e filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões” (2:28). Em segundo lugar, a imagem das primeiros e últimas chuvas poderia ser aplicada em pelo menos duas diferentes obras poderosas do Espírito no seio da igreja: Uma, relacionado com a experiência de Pentecostes, e a outra com os eventos pouco antes do retorno de Cristo. PRIMEIRAS CHUVAS A obra escatológica do Espírito Santo, anunciada por Joel, foi parcialmente cumprida durante o Seu derramar no dia de Pentecostes (Atos 2:18). Tal experiência poderia ser chamada de as “primeiras chuvas.” Chuvas do início da estação. No ministério terreno de Jesus as sementes da Palavra, que Ele representa, foram plantadas no coração dos ouvintes. Mas foi necessário descerem as “primeiras chuvas” para que os frutos se manifestassem. Que frutos? Filhos de Deus, nascidos pela obra regeneradora de Cristo, administrada pelo Espírito Santo no coração da humanidade. A promessa em Joel fala ainda sobre “o grande e glorioso dia de Yahweh,” sugerindo que a maior manifestação do Espírito ainda deveria ser esperada (cf. Atos 2:19,20). Tiago faz uma declaração reveladora neste aspecto. “Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e últimas chuvas” (5:7). Podemos dizer que no Dia de Pentecostes caíram as primeiras chuvas, que permitiram o início da colheita de frutos para Deus. Desde então vivemos na estação das chuvas. ÚLTIMAS CHUVAS Ainda aguardamos as últimas chuvas, a “chuva serôdia” que nos lançarão na plenitude da colheita dos frutos. Tiago está dizendo que Jesus só voltará quando o último fruto (filho de Deus) for colhido da terra como resultado das “últimas chuvas.” Isto é, derramar do Espírito Santo de Deus. O gemer do nosso espírito hoje,...

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#100dias – 09 – Chuva

Postado por em jan 29, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 09 – Chuva

#100DiasDeJejumEOração DIA 9 (29.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE VI O ESPÍRITO SANTO COMO CHUVA Oséias, profetizando a vinda do Messias, declara: “Conheçamos, e prossigamos firmemente adorando e conhecendo Yahweh, o SENHOR. Tão certo como nasce o sol, Sua vinda ocorrerá sobre todos nós como as boas chuvas que vivificam a terra nos tempos apropriados” (Oseias 6:3-BKJ). O Profeta Joel amplia o assunto, deixando claro que as chuvas descendo sobre a terra e cumprindo seu papel, são um símbolo do derramamento do Espírito Santo: “Ó filhos de Sião! Alegrai-vos e regozijai-vos em Yahweh, vosso Elohim, Deus, porque Ele faz descer as boas chuvas de outono com generosidade e justiça. Ele envia muitas chuvas, as de outono e as de primavera, as primeiras e as últimas… Então, depois desses eventos derramarei o meu Ruwach, Espírito sobre todos os povos! Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os idosos terão sonhos, os jovens ganharão visões. Inclusive sobre os escravos e serviçais da época derramarei do meu Espírito naqueles dias” (Joel 2:23,28,29). O Apóstolo Pedro, no Dia de Pentecostes, identifica o fenômeno da descida do Espírito Santo com esta profecia de Joel (Atos 2:17-21). O “derramar” ao qual ele se refere, não é um uso abstrato da palavra; ele tem a ver com a “chuva serôdia” que acelera e amadurece as colheitas frutíferas. O Senhor está dizendo que vai enviar chuva aos campos [pessoas] que são totalmente estéreis, como uma promessa de vida e esperança. Já se perguntou por que nosso Pai celestial prometeu que o Espírito Santo viria a nós como a chuva? No plano físico, dependemos dela para sobreviver. A agricultura não existe sem ela, pois das chuvas caindo, ou dos rios e fontes alimentados por elas, depende a colheita. Do fruto da terra procede nosso alimento. Precisamos da água que a chuva faz descer sobre a terra para beber e manter-nos limpos. Impossível exagerar sua importância. Dela depende nossa própria vida. Certamente a chuva do Espírito tem esta mesma importância no mundo espiritual. Ela tem muito significado simbólico na Palavra de Deus. Sem ela não podemos viver. IDEIAS ASSOCIADAS À CHUVA A chuva tem uma dupla função. Primeiro, refresca onde tenha havido secura e aridez (Joel 2:23-29). Segundo, restaura onde houve perda (Isaías 28:11-12). Assim o Santo Espírito age em nossas vidas. Transforma a aridez em terra fértil e traz de volta o que se perdeu, isto é, ressurreição! A chuva foi associada com o poder de Deus sobre a natureza (1 Reis 17:1; Isaías 5:6) e com as bênçãos Divinas (Salmo 84:6; 147:8). Sua conexão com a subsistência tornou-se a expressão concreta do cuidado de Deus com a vida das pessoas e a fertilidade da terra. A terra que deu ao seu povo “é terra de montes e vales exuberantes, alimentados pelas chuvas do céu” (Deuteronômio 11:10, 11). “Então vos darei as chuvas...

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#100dias – 08 – Orvalho

Postado por em jan 28, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 08 – Orvalho

#100DiasDeJejumEOração DIA 8 (28.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE V O ESPÍRITO SANTO COMO ORVALHO O orvalho é um símbolo do Espírito Santo (Gn 27:28; Dt 32:2). Ele é referido no Antigo Testamento 36 vezes, retratando um refrigério adicional à escassez das chuvas temporã e serôdia. A primeira menção na Bíblia ao orvalho, é na bênção de Isaque a seu filho Jacó, depois de comer de seu guisado: “Que Deus te conceda, do céu, o orvalho, e, da da terra, a riqueza, com muito cereal e muito vinho” (Gênesis 27:28-BKJ). Usando a lei da primeira menção, destacamos: • É Deus Quem concede o orvalho. • O orvalho desce do céu. No cântico que Moisés ensinou aos filhos de Israel ele expressa belamente a figura do orvalho: “Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva. Eu vou proclamar o Nome de Yahweh.” (Deuteronômio 32:2,3a). Jesus veio da linhagem de Israel e o Espírito Santo desceu do Pai como orvalho sobre o Filho. No Dia de Pentecoste, Deus mesmo deu o Seu Espírito, que desceu do céu como o orvalho para regar a semente do Evangelho que, desde então, tem frutificado na terra. E esse Orvalho tem continuado a descer sobre todos os Seus filhos, refrigerando-os e habilitando-os a produzir fruto. Quando o povo de Israel estava no deserto, o orvalho trazia consigo o pão que lhes mantinha a vida. Lemos: “E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele” (Números 11:9). Com o orvalho da manhã descia o maná do céu. Por analogia, na manhã de Pentecoste o Espírito Santo, Orvalho de Deus, desceu sobre a companhia dos discípulos e, logo a seguir fez com que o “Pão vivo que desceu do Céu e dá vida ao mundo”, Jesus, penetrasse o coração de cerca de 3000 pecadores mortos que, por Ele, passaram a viver. E Ele continua a trazer consigo, a cada manhã, o Maná que nos preserva a vida e a frutificação. De todas as vezes que o orvalho aparece na Bíblia, nada mais belo e significativo como o relato de Oséias, capítulo 14 (leia o capítulo). Que bela série de figuras poéticas Deus dá-nos sobre o Seu povo e Seu relacionamento com Ele neste maravilhoso texto das Escrituras! Depois de apelar à sua conversão e declarar-lhe Seu amor e perdão, apresenta-se nestes termos: “Eu serei para Israel como o orvalho.” (v. 5) Tendo se apresentado como tal, Ele, então, descreve Israel em uma série de belas símiles: como o lírio; lançará suas raízes como o Líbano; ramos que se estendem; esplendor como da oliveira; uma fragrância como a admirável essência dos cedros do Líbano (versículos 5-6). Israel “deve renascer como o trigo”; “florescer como a videira”; e seu aroma...

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#100dias – 07 – Como uma pomba

Postado por em jan 27, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 07 – Como uma pomba

#100DiasDeJejumEOração DIA 7 (27.01) – NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO – PARTE IV O ESPÍRITO SANTO COMO POMBA A pomba é o terceiro símbolo do Espírito Santo que queremos considerar. Por que Deus escolheu representar seu Espírito com uma pomba? Bem, em teologia bíblica muitas vezes consideramos um conceito conhecido como a lei da primeira menção. Ela nos ensina que, quando uma pessoa, animal, cor, metal ou número é mencionado pela primeira vez na Escritura, muitas vezes define o tema daquele determinado item em toda a Escritura. A primeira menção à pomba na Bíblia, é em Gênesis 8:8, no relato do dilúvio (Gênesis 6-8). Aplicando a lei da primeira menção, podemos descortinar muitas revelações sobre o Espírito Santo e o Seu ministério a nós discípulos de Cristo. Quando a terra tinha sido coberta por água por algum tempo, Noé queria verificar se já havia terra seca em algum lugar. Então soltou uma pomba, que logo retornou. Depois de alguns dias soltou-a novamente e ela regressou com um ramo de oliveira no seu bico (Gênesis 8:11). Desde então, o ramo de oliveira tem sido um símbolo da paz. Simbolicamente, a história da pomba diz-nos que Deus declarou paz com os homens depois do dilúvio, quando a terra foi purificada de sua maldade. A pomba representa o Espírito levando a boa nova da reconciliação com Deus. Obviamente, este foi somente um sentido temporal, porque a verdadeira reconciliação espiritual com Deus só vem através de Jesus Cristo. Mas é significativo que o Espírito Santo foi retratado como uma pomba no batismo de Jesus, simbolizando mais uma vez paz com Deus. O ramo de oliveira, trazido pela pomba, lembra-nos ainda que o azeite de oliveira se tornou sagrado para o ministério sacerdotal. A primeira prensagem das azeitonas extraía o óleo usado no templo para acender a Menorah. Também era usado no cerimonial da unção dos reis, sacerdotes e profetas (Êxodo 30:25,31). A folha de oliveira no bico da pomba fala-nos que no meio das crises e tempestades da vida, o Espírito Santo nos traz um ramo de oliveira, hoje símbolo universal da paz. Todos os quatro Evangelhos referem-se ao batismo de Jesus por João no rio Jordão (Mateus 3:16; Marcos 1:10; Lucas 3:22; João 1:32) e a descida do Espírito sobre Ele, em forma de pomba. Lucas registra: “E o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea, como pomba”. Porque Ele é espírito, não nos é visível. Ali, porém, Ele se manifestou em uma verdadeira aparência visível. Certamente todas as pessoas que estavam ali junto ao Jordão no momento, viram o que lhes pareceu uma pomba. A pomba é um símbolo de pureza e inofensividade (Mateus 10:16), e a forma de pomba foi assumida nesta ocasião para indicar que o Espírito que revestia Jesus era de puro, inocente, inofensivo. Perry Stone destaca em um de seus artigos: “Creio que uma das...

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