100 dias – Plenitude da Unção

Reflexões sobre o Espírito Santo durante o ano da Plenitude da Unção!

#100dias – 94 – O Espírito Santo e o Autocontrole

Postado por em abr 23, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 94 – O Espírito Santo e o Autocontrole

#100DiasDeJejumEOração DIA 94 (24.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (47) DOMÍNIO PRÓPRIO – (egkrateia) (4)  “Mas o fruto do Espírito é … Domínio próprio” (Gálatas 5:23). O ESPÍRITO SANTO E O AUTOCONTROLE É interessante analisar o domínio próprio ou autocontrole numa palavra de Paulo a Timóteo: “Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação“ (2 Timóteo 1:6-7). Na versão Amplificada: “Porque Deus não nos deu um espírito de timidez (de covardia, de covarde e servil e medo bajulador), mas [Ele nos deu um espírito] de poder, de amor e de calma e mente equilibrada e disciplina e autocontrole“ (AMP). De acordo com a Concordância de Strong, a palavra final do versículo 7 é um substantivo que significa “disciplina” ou “autocontrole”. Várias traduções modernas traduzem-na como “autocontrole”, também “equilíbrio”, “sobriedade”, “autodisciplina”, “autocontenção” e “sábia discrição.” A primeira obra do Espírito Santo em nós é a recriação ou regeneração do nosso espírito, no momento da conversão. A partir de então, Ele realiza uma obra de transfigurar-nos, de um degrau a outro, na imagem de Cristo (2 Coríntios 3:18). Formar Cristo em nós é a meta (Gálatas 4:19). Convém lembrar que o “fruto” do Espírito de Deus está escrito no singular. Trata-se de um “fruto,” um “cacho” contendo de forma equilibrada o que é necessário para tornar um filho de Deus completo. Aqui, Paulo coloca o “autocontrole” ao lado de mais atributos importantes como a coragem, poder e amor. Isto mostra que Deus, pelo Seu Espírito, está formando filhos de coragem, poder e amor e que sabem se autogovernar, sensatos, sóbrios, disciplinados, equilibrados, autocontrolados no seu modo de vida. Paulo acrescenta mais a este conceito de autocontrole em Tito 2:11-14: “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens… o qual Se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.” Uma razão pela qual Deus nos deu a graça é para a expressão do autocontrole. Não se pode imaginar um cristão preparando-se para o Reino de Deus, que não se esforça por mantar o governo de si mesmo. Impossível permitir que suas paixões e desejos se expressem com liberdade desenfreada. Isto é o que o mundo faz! Quando assistimos a uma tal demonstração, temos fortes indícios de que a pessoa não é convertida. A paixão cega jamais pode ser nosso guia. Quem se deixa guiar por suas paixões animais, terminará em destruição. “De Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). O amor de Deus por nós impulsionará o Seu Espírito, que em nós habita, a fim de que respondamos...

Leia Mais »

#100dias – 93 – Domínio dos desejos, pensamentos e imaginação

Postado por em abr 22, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 93 – Domínio dos desejos, pensamentos e imaginação

#100DiasDeJejumEOração DIA 93 (23.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (46) DOMÍNIO PRÓPRIO – (egkrateia) (4)  “Mas o fruto do Espírito é … Domínio próprio” (Gálatas 5:23). A qualidade do “Fruto do Espírito” chamada “domínio próprio” abrange todas as áreas na nossa vida. Consideraremos algumas: DOMÍNIO DOS DESEJOS EGOÍSTAS O egoísmo é um intenso desejo de possuir alguma coisa, ou de fazer algo que redunde em benefício próprio. Este desejo é pessoal, e se sobrepõe a toda consideração aos outros. A cobiça ou ambição deseja ter honras e lucros. Quando exagerada pode levar ao desastre, vergonha e ruína. Foi a cobiça que levou Lúcifer a querer ocupar o trono de Deus. Desejar ter ou possuir algo é uma coisa correta e legítima, mas não deve ser a única consideração. Quando nos esquecemos dos outros e só pensamos em nós mesmos, transformamo-nos em seres mesquinhos. O cristão é chamado a matar esse tipo de deseje pelo exercício do domínio próprio. DOMÍNIO DAS EMOÇÕES Somos seres emocionais. Todos possuímos os mais diversos sentimentos, como gozo, tristeza, medo, ódio e amor. Há dois extremos no lidar com as emoções: Uns dão vazão aos seus sentimentos sem qualquer freio, considerando que qualquer forma de autocontrole seria repressão. Outros reprimem toda manifestação de emoções por julgarem que a sua demonstração é sinal de fraqueza. Qualquer desses dois extremos não passa de engano. Todos os sentimentos têm que ser administrados e regulados. O estoico precisa cultivar suas emoções e o muito emotivo precisa discipliná-las. EXEMPLOS: A mais elevada das emoções é o amor. Mas o amor deve ser regulado pelo bom julgamento. Se não se controla, pode transformar-se em paixão, e a paixão é irracional, não pensa, não calcula, não raciocina; deixa-se levar pelo impulso. A indignação é uma emoção correta dentro de seus limites. Podemos nos indignar contra o pecado, a corrupção, as injustiças; mas quando se lhe dá rédea solta, pode se transformar em ira, a ira em fúria, e a fúria em ódio cego e desenfreado. Não devemos permitir que “o sol se ponha sobre a nossa ira.” É preciso odiar e rechaçar ao pecado, mas não aos pecadores. O Senhor nos manda amar a nossos inimigos e fazer-lhes o bem. A razão deste comando é que se nos deixássemos dominar pelas paixões, o mundo se converteria em um inferno, e o coração do homem se encheria de veneno mortal. Quem se submete ao Espírito Santo chega a ser uma fonte de amor, paz e compreensão. Suas emoções estarão dirigidas por um poder superior, e serão vínculos de comunhão e fraternidade. DOMÍNIO SOBRE OS PENSAMENTOS E PALAVRAS A mente é um verdadeiro campo de batalha. O inimigo com frequência ali penetra para semear maus pensamentos. Como vencê-los? Como conseguir expulsá-los? Fazendo o que é bom e agradável diante do Senhor. Quando os maus pensamentos nos assaltarem: Devotemo-nos a ler a...

Leia Mais »

#100dias – 92 – Qual a nossa responsabilidade?

Postado por em abr 21, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 92 – Qual a nossa responsabilidade?

#100DiasDeJejumEOração DIA 92 (22.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (45) DOMÍNIO PRÓPRIO – (egkrateia) (3)  “Mas o fruto do Espírito é … Domínio próprio” (Gálatas 5:23). Tendo analisado a dificuldade de exercermos o domínio próprio e o fato de que em Cristo isto se tornou uma gloriosa possiblidade pela obra do Espírito Santo em nós, surge a pergunta: Qual é a nossa responsabilidade? Primeiro, crer na Palavra de Deus, que é por Sua graça. Nosso velho homem do pecado certamente foi crucificado com Cristo (Romanos 6:6). Do ponto de vista de Deus, já crucificamos a carne com suas paixões e desejos (Gálatas 5:24). Deus nos fortalece por Seu Espírito no homem interior (Efésios 3:16). Com Ele podemos fazer todas as coisas de acordo a Sua vontade (Filipenses 4:13). Estas são verdades que nos infundem a determinação de viver a altura da nova criação, em Cristo, que reproduz seu caráter, chamado “fruto do Espírito.” Segundo, com tal fé, devemos continuar com o processo iniciado em nossa crucificação: Mortificando os desejos do corpo (Romanos 8:13); Mortificando nossos membros terrenos (Colossenses 3:5,8-9); Revestindo-nos do novo homem, lembrando que este é um processo que começou quando nos revestimos de Cristo (Gálatas 3:27); Compreendendo que este é um processo que continua enquanto crescemos diariamente (Colossenses 3:10-14); Mas recordando-nos de que não estamos sozinhos e que Deus está operando também em nós tanto a disposição interior quanto a ação de viver em linha com Sua vontade, que inclui a produção do Fruto do Espírito! (Filipenses 2:13). Dispondo-nos a trabalhar como se tudo dependesse de nós (Filipenses 2:12b); ASPECTOS A CULTIVAR NO DOMÍNIO PRÓPRIO DOMÍNIO DOS APETITES Apetites são desejos produzidos pela natureza física; os desejos do corpo, tais como de alimento, bebida, sexo, companheirismo, existência, conservação, etc. Eles são naturais e essenciais para o bem-estar e existência do corpo. Todos os seres da criação, tanto os animais como o homem, têm estes instintos. Deus os colocou para a preservação e propagação da vida. São normais, bons e corretos. Nossa luta está em mantê-los nos limites estabelecidos por Deus. Muitos sofreram tantos fracassos nesta luta que chegaram à conclusão de que alguns deles são até pecaminosos. Mas não o são. São perfeitamente normais. Todavia, têm que ser controlados, disciplinados e sujeitos em seu estado natural ou normal. O excesso converte em más todas as coisas boas. Todo extremismo é gerador de muitos danos. Todos os seres criados por Deus têm desejos de alimento, bebida, reprodução e preservação. A natureza física requer estas coisas, porque sem elas a vida não teria significado. Os animais jamais os desprezam ou os ignoram, mas raramente excedem seus limites. O homem, contudo, com inteligência e livre-arbítrio, o ser mais elevado da criação, que deveria compreender perfeitamente o valor real destes desejos, tende a dois extremos: ou os ignora, ou lhes dá uma importância excessiva. Estes instintos governam ou...

Leia Mais »

#100dias – 91 – O que é Domínio Próprio?

Postado por em abr 20, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 91 – O que é Domínio Próprio?

#100DiasDeJejumEOração DIA 91 (21.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (44) DOMÍNIO PRÓPRIO – (egkrateia) (2)  “Mas o fruto do Espírito é … Domínio próprio” (Gálatas 5:23). O que é o domínio próprio? Aqui estão algumas outras definições do que esta  qualidade significa: Moderação, controle racional de impulsos naturais; Sóbrio, moderado, aproximação tranquila e imparcial da vida, tendo dominado desejos pessoais e paixões; Indica uma vida autodisciplinada, seguindo o exemplo de Cristo de estar no mundo, mas não ser do mundo; Controle ou disciplina, exercitada no comportamento; A maestria de si mesmo, a capacidade de indivíduos conterem as próprias emoções, desejos e impulsos, de tal modo que possam servir outros. As definições acima descrevem perfeitamente o que Deus está procurando, uma vez que Ele começa a trabalhar e transmitir esta qualidade à nossa personalidade. Esta qualidade específica é um das mais importantes chaves em poder obter qualquer tipo de vitória sobre alguns dos apetites e desejos da nossa carne. OBTENDO DOMÍNIO PRÓPRIO Para começar, examinemos o que domínio próprio não é. Considere o apuro de uma pessoa que recebeu um tiro. Na falta de cuidado médico adequado, ou mesmo a presença de um médico, um amigo toma sua faca para tirar a bala do corpo da pessoa. Sabendo que isto será muitíssimo doloroso, dá à vítima um pedaço de madeira para ela segurar entre os seus dentes a fim de ajudá-lo a não gritar e perder o controle. A imagem é de determinação severa e resolução face à dor fatídica. Felizmente, isto não retrata o conceito de domínio próprio que Paulo discute. O entendimento bíblico do termo exige crucificação da natureza pecaminosa, pela graça Divina, enquanto nos rendemos ao Senhor. Em Gálatas 5:19–21, Paulo contrasta a vida santificada com características da vida velha: “A prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas.” Todas essas categorias refletem comportamentos que são descontrolados e eram comuns nos dias do Novo Testamento e em nossos dias também. Ter uma vida cristã vitoriosa não era um problema pequeno para muitos nas congregações a quem Paulo escreveu. Ceder às paixões pecaminosas era a ordem do dia. Os crentes que não vieram de um contexto Judeu, onde os preceitos do Antigo Testamento eram rigorosamente seguidos, provavelmente achavam o nível de restrição pessoal requerida de um cristão muito difícil de manter. O domínio próprio, no entanto, que deriva da presença do Espírito em nossos pensamentos e emoções, é cingido pelo poder de Deus, enquanto os crentes se rendem ao Senhor em obediência à Sua vontade. Vários versículos nos ajudam a entender isto melhor: “Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne” (Gálatas 5:16). “Porque Deus é o que opera em vós tanto o...

Leia Mais »

#100dias – 90 – Domínio Próprio

Postado por em abr 19, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 90 – Domínio Próprio

#100DiasDeJejumEOração DIA 90 (20.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (43) DOMÍNIO PRÓPRIO – (egkrateia) (1)  “Mas o fruto do Espírito é … Domínio próprio” (Gálatas 5:23). INTRODUÇÃO Finalmente chegamos à última virtude do Fruto do Espírito Santo enumerada por Paulo. Virtude que é encontrada por alguém que está caminhando no Espírito, produzindo, em consequência, o fruto do Espírito: “moderação,” “temperança” ou “domínio próprio.” De certo modo, poderíamos considerar esta virtude como a mais importante, porque sem domínio próprio as “obras da carne” não podem ser derrotadas. Porque sem moderação, os outros elementos do “fruto do Espírito” não serão evidentes. A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão: “Como a cidade aberta, sem muralhas, tal é o homem sem autocontrole”  (Provérbios 25:28-BKJ). Este é o fruto coroador do Espírito, porque é a evidência de uma vida cristã madura. Ele aparece no fim da lista de Paulo, mas certamente não é de menos importância. Uma vez que você começa a entrar num processo verdadeiro de santificação com o Senhor, o Espírito Santo espera que você logo se mova nesta qualidade específica. “Pois os que vivem segundo a carne, têm a mente voltada para as vontades da natureza carnal; entretanto os que vivem de acordo com o Espírito , têm a mente para satisfazer o que o Espírito deseja” (Romanos 8:5). Todos temos certa quantia de defeitos de caráter operando em nossa personalidade. Há algumas qualidades negativas que terão de desaparecer. A Bíblia fala-nos que nosso espírito e nossa carne estão em guerra um contra o outro nesta vida. A nossa carne quer auto-gratificação imediata a todo custo e fará tudo para consegui-lo. Nosso espírito sabe que alguns de nossos desejos carnais não são corretos e, em consequência, haverá uma guerra entre os dois, às vezes bem intensa. E a única coisa que poderá frear e controlar alguns desejos da nossa carne é a qualidade do domínio próprio. Uma vez que todos vivemos num mundo egoísta e materialista nos dias atuais, muitas pessoas têm um impulso de controle muito pobre. Se virem algo, imediatamente o querem, e farão tudo que puderem para consegui-lo. Estas pessoas são obviamente muito fracas na qualidade de domínio próprio. São governadas pela própria carne, antes que pelo Espírito Santo. Essa é a razão pela qual a Bíblia diz-nos que se aprendermos como realmente andar no Espírito Santo, então não satisfaremos os desejos da nossa carne. Devido à nossa natureza caída e pecaminosa, todos nós somos fracos até certo ponto na qualidade do domínio próprio. Eis porque Deus, o Pai, assegurou-se de ter este fruto alistado como uma das nove expressões do fruto do Seu Espírito Santo. Uma vez que o Espírito Santo começa em nós o processo de santificação, devemos estar preparados para algumas batalhas importantes, uma vez que Ele começa a confrontar algumas qualidades negativas...

Leia Mais »

#100dias – 89 – O lugar da mansidão na vida dos Cristãos em particular

Postado por em abr 18, 2014 no 100 dias - Plenitude da Unção, Blog

#100dias – 89 – O lugar da mansidão na vida dos Cristãos em particular

#100DiasDeJejumEOração DIA 89 (19.04) – O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO NO CRENTE (42) mansidão – (prautēs) (5)  “Mas o fruto do Espírito é … Mansidão” (Gálatas 5:22) O LUGAR DA MANSIDÃO NA VIDA DOS CRISTÃOS EM PARTICULAR Tendo visto exemplos de mansidão como Moisés e Jesus, olhemos para o desafio pessoal de andar em Suas pegadas: Vivemos para receber a Palavra de Deus com mansidão (prautēs): “Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundícia e de todo vestígio do mal, recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas” (Tiago 1:21). Devemos nos aproximar de irmãos em engano com um espírito de mansidão (prautēs): “Irmãos, se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não sejas tentado” (Gálatas 6:1). Devemos corrigir aqueles que estão em oposição com humildade (prautēs): “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente; corrigindo com mansidão os que resistem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade” (2 Timóteo 2:24-25). Vivemos para responder perguntas relacionadas com nossa esperança, com mansidão (prautēs): “Antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15). EM GERAL A mansidão (prautēs) é necessária para o cristão que deseja ser sábio: “Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansidão de sabedoria… Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz” (Tiago 3:13-18). O USO DA PALAVRA MANSIDÃO NA BÍBLIA Para melhor compreensão do significado dessa marca da mansidão, passemos pelas passagens na Bíblia onde a palavra grega prautēs é usada: No Antigo Testamento a Septuaginta usa-a uma vez. O Salmista invoca a Deus: “E em tua majestade cavalga vitoriosamente pela causa da verdade, da mansidão e da justiça, e a tua destra te ensina coisas terríveis” (Salmo 45:4). Obviamente, mansidão não é fraqueza. Não é permitir que alguém se torne um capacho. É parte do caráter de Deus, que se move triunfantemente em grandioso poder e vitória. Em 1 Coríntios 4:21, Paulo lida com pessoas arrogantes e diz: “Que quereis? Irei a vós com vara, ou com amor e espírito de mansidão?” Paulo tinha um amor tremendo pelos crentes em todas as igrejas, mas seu amor não era um mero sentimentalismo cego. Ele sabia que, às vezes, eles precisavam de disciplina, e ele estava pronto a aplicá-la. Mas ele...

Leia Mais »